Casos Abertos · Joona Linna

Joona Linna é inspetor da polícia criminal sueca e o protagonista da série escrita a quatro mãos por Alexandra Coelho Ahndoril e Alexander Ahndoril sob o pseudónimo Lars Kepler. É um polícia determinado, que as chefias chamam para os casos mais difíceis e macabros, e que persegue uma pista com uma obstinação que raramente se vê. Em O Hipnotista, lidera a investigação do massacre de uma família, em que um adolescente gravemente traumatizado é a única testemunha e a irmã continua desaparecida.
Para encontrar a rapariga, Joona pede ao psiquiatra Erik Maria Bark, especialista em trauma e em hipnose, que quebre a promessa de nunca mais hipnotizar ninguém, e o pedido acaba por ter consequências graves para os dois. A série alterna a investigação policial minuciosa com o ritmo de um thriller psicológico, em que os crimes parecem sempre maiores do que o caso que os origina, e conta já dez livros na Suécia, com milhões de exemplares vendidos em dezenas de línguas. Li apenas O Hipnotista, a que dei cinco estrelas, pelo que esta ficha cresce à medida que avanço. O Executor e A Vidente já estão na lista. Joona é uma presença que se sente mesmo quando está calado: tem uma calma que contrasta com a brutalidade dos casos e uma intuição que os colegas nem sempre compreendem, e é essa mistura que o faz sobressair no género. O livro vive tanto dele como das personagens que o rodeiam, e Erik Maria Bark, com a sua culpa e os seus segredos, é um contraponto notável ao polícia da série.
Para encontrar a rapariga, Joona pede ao psiquiatra Erik Maria Bark, especialista em trauma e em hipnose, que quebre a promessa de nunca mais hipnotizar ninguém, e o pedido acaba por ter consequências graves para os dois. A série alterna a investigação policial minuciosa com o ritmo de um thriller psicológico, em que os crimes parecem sempre maiores do que o caso que os origina, e conta já dez livros na Suécia, com milhões de exemplares vendidos em dezenas de línguas. Li apenas O Hipnotista, a que dei cinco estrelas, pelo que esta ficha cresce à medida que avanço. O Executor e A Vidente já estão na lista. Joona é uma presença que se sente mesmo quando está calado: tem uma calma que contrasta com a brutalidade dos casos e uma intuição que os colegas nem sempre compreendem, e é essa mistura que o faz sobressair no género. O livro vive tanto dele como das personagens que o rodeiam, e Erik Maria Bark, com a sua culpa e os seus segredos, é um contraponto notável ao polícia da série.
+ ver mais| # | Livro | Estado |
|---|---|---|
| 1 | O HipnotistaThe Hypnotist | ★ 3,75 Goodreads · ★★★★★ |
| 2 | O ExecutorThe Nightmare | ★ 3,83 Goodreads · por ler |
| 3 | A VidenteThe Fire Witness | ★ 4,11 Goodreads · por ler |
| 4 | O Homem da AreiaThe Sandman | ★ 4,25 Goodreads · por ler |
| 5 | StalkerStalker | ★ 4,14 Goodreads · por ler |
| 6 | O CaçadorThe Rabbit Hunter | ★ 4,05 Goodreads · por ler |
| 7 | LazarusLazarus | ★ 4,14 Goodreads · por ler |
| 8 | O Homem EspelhoThe Mirror Man | ★ 4,15 Goodreads · por ler |
| 9 | A AranhaThe Spider | ★ 4,09 Goodreads · por ler |
| 10 | O SonâmbuloThe Sleepwalker | ★ 4,05 Goodreads · por ler |
Médias do Goodreads em outubro de 2026.
Porque Joona Linna é um dos grandes investigadores do policial nórdico recente e a série tem um domínio do ritmo difícil de igualar: casos que começam com um crime brutal e se desdobram em segredos cada vez mais sombrios. O Hipnotista funciona como entrada perfeita, com uma premissa original e um desfecho que deixa vontade de continuar.
Um thriller psicológico de ritmo veloz, um protagonista memorável e crimes que misturam o procedimental com o macabro. Quem gosta de Nordic noir mais sombrio e de enredos que não dão tréguas encontra aqui uma série que se devora, ainda que com o aviso de conteúdo bem em conta.
Joona Linna é daqueles protagonistas que se impõem logo na primeira cena: calmo, obstinado e capaz de ver o que os outros ignoram. O Hipnotista deu-me cinco estrelas porque o enredo me prendeu do princípio ao fim, e a hipnose, que podia ser um truque, funciona como motor emocional da história. Há violência e passagens que não são para qualquer pessoa, e o aviso de conteúdo deve ser lido antes. Mas a qualidade da escrita e o ritmo justificam a fama da série. Ainda estou no início da jornada de Joona, e esta ficha vai crescer com ela. Se o primeiro livro é um bom indicador, a série tem tudo para ficar na lista dos favoritos. Gosto de como Kepler dá tempo ao leitor para conhecer Joona antes de o lançar no caos, e de como os casos, embora sombrios, nunca perdem o rigor. Fico à espera de O Executor e A Vidente com a curiosidade de quem sabe que o melhor ainda pode estar por vir.